O que é o DAI?
DAI é a Detecção Automática de Incidentes da Omnivias. A solução usa visão computacional para identificar eventos rodoviários e gerar alertas com contexto operacional.
O DAI monitora câmeras continuamente, identifica eventos e entrega alertas com imagem, localização, prioridade e histórico para acelerar a resposta do CCO. Em vez de depender de alguém estar olhando para o monitor certo no momento certo, a operação passa a ser avisada — com a imagem do que aconteceu já anexada ao alerta.
O DAI é o sistema de Detecção Automática de Incidentes da Omnivias. Ele monitora as câmeras continuamente, identifica eventos como veículo parado, contramão, pedestres, detritos e congestionamento, e entrega alertas com imagem, localização, prioridade e histórico de atendimento para acelerar a resposta do CCO.
Os modelos e regras são configurados conforme objetivo, posicionamento da câmera, ambiente e processo operacional.
| Categoria | Eventos | Por que importa |
|---|---|---|
| Veículo em condição anormal | Veículo parado na pista ou no acostamento; veículo em contramão. | Condições de maior risco imediato e as que mais se beneficiam de detecção precoce. |
| Presença indevida | Pedestres e ciclistas na pista. | Risco direto à vida em vias de alta velocidade, onde a presença não é esperada. |
| Obstrução | Objetos, detritos e bloqueios da faixa. | Provocam manobras evasivas e são causa frequente de ocorrência secundária. |
| Condição de fluxo | Formação de filas e congestionamento. | Permite acionar sinalização e informação ao usuário antes que a fila cresça. |
| Intervenção na via | Obras e interdições. | Confirma se a sinalização de obra corresponde ao que está em campo. |
| Eventos personalizados | Regras definidas conforme câmera, cenário e processo da operação. | Cobre condições específicas do trecho fora das categorias padrão. |
A duração de um incidente não é só o tempo do atendimento. Ela começa no momento em que o evento acontece e só termina quando a via volta à condição normal — e a fase inicial, entre o acontecimento e a percepção pela operação, é justamente a que menos recebe atenção porque ninguém a mede.
É nessa fase que se acumula o risco de ocorrência secundária: uma fila que se forma atrás de um veículo parado em curva, um detrito que provoca desvio brusco, um pedestre que atravessa em trecho de alta velocidade. Reduzir o intervalo entre o evento e o alerta encurta toda a cadeia seguinte — despacho, sinalização, atendimento e liberação.
Do ponto de vista tecnológico, a detecção acontece em segundos. O tempo até o alerta chegar ao operador, porém, não é decidido pela tecnologia: ele obedece à regra acordada com a operação. Um veículo só é considerado parado depois do intervalo que o projeto estabelece — e esse intervalo existe justamente para separar uma parada real de uma manobra momentânea.
Um alerta sem contexto gera uma segunda tarefa: descobrir o que aconteceu. Cada evento do DAI chega já qualificado.
Todo sistema de detecção opera entre dois erros opostos. Regras muito sensíveis produzem alertas demais e treinam a equipe a ignorá-los; regras muito restritivas deixam passar o evento que importava. O ajuste correto depende do trecho, do tipo de evento e do custo operacional de cada erro.
Um veículo parado em acostamento urbano tem significado diferente do mesmo evento em serra. Uma sombra longa no fim da tarde ou um reflexo em pavimento molhado podem parecer eventos e não ser. Por isso a configuração é feita por câmera e revisada com o histórico real de acionamentos.
Nos projetos em produção, a taxa de alertas improcedentes opera abaixo de 10% após a calibração do ponto.
Adotar o DAI não exige trocar o sistema do centro de controle.
DAI é a Detecção Automática de Incidentes da Omnivias. A solução usa visão computacional para identificar eventos rodoviários e gerar alertas com contexto operacional.
Veículo parado, contramão, pedestres, ciclistas, detritos, filas, congestionamento e outros eventos definidos conforme câmera e cenário.
Os eventos podem aparecer em dashboards, mapas e integrações, com imagem, câmera, posição, horário, prioridade, status e histórico de atendimento.
Do ponto de vista tecnológico, a detecção acontece em segundos. O tempo até o alerta chegar ao operador obedece à regra acordada com a operação: um veículo só é considerado parado depois do intervalo que o projeto estabelece.
Nos projetos em produção, a taxa de alertas improcedentes opera abaixo de 10% após a calibração do ponto.
Não. O DAI dirige a atenção do operador para a câmera que precisa ser vista naquele momento, com a imagem do evento já anexada. A decisão e o atendimento continuam sendo da equipe.
Não. O DAI pode operar pela interface da Omnivias ou distribuir eventos para a plataforma existente por APIs, webhooks e conectores como Digifort e Kria.
Condições severas podem reduzir a visibilidade, por isso a calibração dos modelos e regras considera iluminação, contraste e reflexos, de forma que o comportamento nessas condições seja conhecido antes da ocorrência.