DAI para rodovias
Detecção automática de incidentes com contexto operacional
O DAI é o sistema de Detecção Automática de Incidentes da Omnivias. Ele monitora as câmeras continuamente, identifica veículo parado, contramão, pedestres, animais, fogo e fumaça, filas e obstrução de pista, e entrega ao CCO alertas com imagem, localização, prioridade e histórico. A operação deixa de depender de alguém estar olhando o monitor certo no momento certo.
| Veículos | 96 |
|---|---|
| Caminhões | 41% |
| Velocidade V85 | 88 km/h |
| Densidade | 2 veíc/km/faixa |
Eventos que o DAI detecta
Modelos e regras são configurados conforme objetivo, posição da câmera, ambiente e processo operacional.
| Categoria | Eventos | Por que importa |
|---|---|---|
| Veículo em condição anormal | Veículo parado na faixa, no acostamento ou na faixa de domínio; veículo em contramão. | Condições de maior risco imediato, que mais se beneficiam de detecção precoce. |
| Pessoas e animais | Pedestres na faixa e no acostamento; ciclistas na faixa; animais na pista. | Risco direto à vida em vias de alta velocidade, inclusive à noite. |
| Fogo e fumaça | Incêndio e fumaça na pista e na faixa de domínio. | Fumaça reduz a visibilidade e o fogo na vegetação avança rápido na época seca. |
| Obstrução | Objetos, detritos e bloqueio de faixa. | Provocam manobras evasivas e ocorrências secundárias. |
| Condição de fluxo | Congestionamento e fila em praça de pedágio. | Permite acionar sinalização e informar o usuário antes de a fila crescer. |
| Intervenção na via | Zona de obras ou interdição sinalizada por cones. | O alerta respeita a área sinalizada e não dispara para a própria obra. |
| Comportamento proibido | Ultrapassagem proibida por tipo de veículo. | Fiscaliza trechos com restrição para caminhões ou outras classes. |
| Eventos personalizados | Regras por câmera, cenário e processo. | Cobre condições específicas do trecho. |
O DAI da Omnivias atende às funções mínimas de análise inteligente de vídeo da especificação CFTV-IVA da ARTESP: veículo parado, obstrução de pista, pedestres e animais, incêndio e fumaça, e veículos na contramão. Entenda o que a ARTESP exige.
Por que o tempo de detecção importa
A duração de um incidente começa quando o evento acontece e só termina quando a via volta ao normal. A fase inicial, entre o acontecimento e a percepção pela operação, é a que menos recebe atenção, porque ninguém a mede.
É nela que se acumula o risco de ocorrência secundária. Reduzir o intervalo entre o evento e o alerta encurta toda a cadeia seguinte: despacho, sinalização, atendimento e liberação.
A detecção acontece em segundos. O tempo até o alerta chegar ao operador segue a regra acordada com a operação, que separa uma parada real de uma manobra momentânea. Leia o artigo completo.
Um alerta com contexto
Um alerta sem contexto cria uma segunda tarefa: descobrir o que aconteceu. Cada evento do DAI chega qualificado.
- Imagem do evento: o registro visual do que gerou a detecção.
- Câmera e posição: o ponto e a localização no trecho.
- Horário: base para medir a resposta.
- Prioridade e tipo: a ordem de tratamento.
- Status e responsável: em que etapa está e quem conduz.
- Notas e histórico: o que foi feito, por quem e quando.
Um fluxo operacional rastreável
Detecção
O modelo identifica o evento conforme as regras daquela câmera.
Qualificação
O evento recebe tipo e prioridade, com imagem, câmera, posição e horário.
Distribuição
O alerta chega ao operador na interface Omnivias ou no sistema do CCO.
Atendimento
O operador assume, classifica o evento, registra notas e atualiza o status.
Encerramento
A ocorrência fica registrada com a imagem e a linha do tempo.
Falsos positivos e calibração
Todo sistema de detecção opera entre dois erros opostos. Regras sensíveis demais produzem alertas demais e ensinam a equipe a ignorá-los; regras restritivas demais deixam passar o evento que importava.
Um veículo parado em acostamento urbano tem significado diferente do mesmo evento na serra, e uma sombra longa no fim da tarde pode parecer um evento. Por isso a configuração é feita por câmera e revisada com o histórico real de acionamentos. Nos projetos em produção, a taxa de alertas improcedentes opera abaixo de 10% após a calibração do ponto. Como calibramos.
O DAI dentro do seu ecossistema
- APIs REST: consulta de eventos e histórico por sistemas próprios.
- Webhooks: notificação em tempo real para o destino que a operação definir.
- Digifort e Kria: integração com plataformas já instaladas.
- Conectores sob demanda: integração com o sistema de gestão de ocorrências que o CCO já usa.
Adotar o DAI não exige trocar o sistema do centro de controle.
Comece por um piloto com as suas câmeras
Primeiro avaliamos as câmeras que a rodovia já tem; depois, uma prova de conceito com imagens do próprio trecho mostra o resultado medido. Conforme o porte do projeto, o diagnóstico e a prova de conceito podem ser sem custo, e a prova de conceito começa a rodar em até 10 dias após a assinatura do acordo.
Diagnóstico
Resolução, posição, cobertura, iluminação e rede das câmeras existentes, frente ao que a operação quer medir e detectar.
Prova de conceito
SAT e DAI rodando com imagens do próprio trecho, medidos com o critério de sucesso combinado.
Produção
Arquitetura local, em nuvem ou híbrida, integração ao CCO, regras, alertas e relatórios.
Calibração contínua
Regras e modelos ajustados por câmera com o histórico real de acionamentos.
Perguntas frequentes sobre o DAI
O que é o DAI?
DAI é a Detecção Automática de Incidentes da Omnivias. A solução usa visão computacional para identificar eventos rodoviários e gerar alertas com contexto operacional: imagem, câmera, posição, horário, prioridade e histórico.
Quais incidentes o DAI detecta?
Veículo parado na faixa, no acostamento e na faixa de domínio; veículo na contramão; pedestres na faixa e no acostamento e ciclistas na faixa; animais na pista; fogo e fumaça; congestionamento e fila em praça de pedágio; zona de obras sinalizada por cones; ultrapassagem proibida por tipo de veículo; objetos, detritos e obstrução de pista; e regras personalizadas por câmera.
O DAI atende à ET CFTV-IVA da ARTESP?
Sim. O DAI atende às funções mínimas de análise inteligente de vídeo da especificação CFTV-IVA da ARTESP: veículo parado, obstrução de pista, pedestres e animais, incêndio e fumaça, e veículos na contramão.
O DAI detecta animais e fumaça?
Sim. Animal na pista e fogo ou fumaça na rodovia e na faixa de domínio são eventos do DAI, com o mesmo alerta qualificado dos demais: imagem, câmera, posição e prioridade.
Em quanto tempo o DAI detecta um evento?
A detecção acontece em segundos. O tempo até o alerta chegar ao operador segue a regra acordada com a operação: um veículo só é considerado parado depois do intervalo que o projeto estabelece.
Qual é a taxa de falsos positivos?
Nos projetos em produção, a taxa de alertas improcedentes opera abaixo de 10% após a calibração do ponto.
Como o evento é classificado como verdadeiro ou falso?
O operador classifica o alerta no atendimento. A plataforma guarda essa classificação, gera o relatório de alarmes falsos por câmera e por tipo de evento, e esse histórico orienta a calibração de cada ponto.
O DAI substitui o operador do CCO?
Não. O DAI dirige a atenção do operador para a câmera que precisa ser vista, com a imagem do evento já anexada. A decisão e o atendimento continuam sendo da equipe.
É preciso trocar o sistema do CCO?
Não. O DAI pode operar pela interface da Omnivias ou enviar os eventos para a plataforma existente por APIs, webhooks e conectores como Digifort e Kria.
Teste o DAI com imagens da sua rodovia
Conte quais eventos mais preocupam a operação e como o CCO recebe alertas hoje.
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- +55 11 3636-8989
- contato@omnivias.com.br
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