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Minha câmera serve para DAI e SAT? Checklist
Na maioria das rodovias, boa parte do CFTV existente serve para DAI e SAT. O que decide é a imagem: estabilidade, enquadramento das faixas, ângulo, nitidez, visibilidade à noite e acesso ao vídeo. Use o checklist abaixo como primeira triagem; o diagnóstico do piloto mede câmera a câmera.
O checklist
- Imagem estável. O poste não balança e a imagem não treme com vento ou passagem de caminhões.
- Enquadramento. As faixas, o acostamento e a faixa de domínio que interessam estão na imagem, sem obstáculos fixos na frente.
- Ângulo e altura. Os veículos aparecem separados uns dos outros. Câmera baixa e longe faz um veículo esconder o outro.
- Nitidez. Foco e resolução suficientes para a distância até o trecho analisado; lente limpa.
- Noite. Iluminação pública ou infravermelho suficientes, sem ofuscamento direto dos faróis.
- Vídeo acessível. Fluxo RTSP ou ONVIF estável até o servidor de inferência, sem quedas frequentes.
- PTZ. Presets definidos para as posições de trabalho e retorno automático a eles depois do uso pelo operador.
- Relógio. Horário sincronizado, para que cada alerta tenha a hora certa.
DAI e SAT pedem coisas diferentes
Para o DAI, importa enxergar a área onde o evento acontece: faixa, acostamento e faixa de domínio. Para o SAT, importa separar bem os veículos em cada faixa, com uma linha de contagem onde não há oclusão. Muitas câmeras servem às duas coisas; algumas servem melhor a uma delas.
E se a câmera não passar?
Muitas vezes o ajuste é simples: novo preset, limpeza, foco, mudança de ângulo. O diagnóstico do piloto diz o que cada câmera consegue fazer e o que ajustar, antes de qualquer compra.
Leia também: SAT por câmera ou laço indutivo? e como funciona o piloto.

