Piloto

Piloto de DAI e SAT com as câmeras da sua rodovia

Antes de qualquer contrato de produção, a Omnivias avalia as câmeras que o trecho já tem e roda o DAI e o SAT com imagens da própria rodovia, medidos com o critério combinado. Conforme o porte do projeto, o diagnóstico e a prova de conceito podem ser sem custo, e a prova de conceito começa a rodar em até 10 dias após a assinatura do acordo.

Quatro etapas, do diagnóstico à calibração

Cada etapa tem entrega própria. A decisão de seguir para a produção é tomada com o resultado medido na prova de conceito.

  1. Diagnóstico

    Resolução, posição, cobertura, iluminação e rede das câmeras existentes, frente ao que a operação quer medir e detectar.

  2. Prova de conceito

    SAT e DAI rodando com imagens do próprio trecho, medidos com o critério de sucesso combinado.

  3. Produção

    Arquitetura local, em nuvem ou híbrida, integração ao CCO, regras, alertas e relatórios.

  4. Calibração contínua

    Regras e modelos ajustados por câmera com o histórico real de acionamentos.

O que a concessionária fornece

  • Vídeo das câmeras escolhidas: acesso por RTSP ou ONVIF, ao vivo ou gravado.
  • Localização: câmera, km, sentido e o que cada uma enquadra.
  • Objetivo: os eventos e indicadores que importam para a operação.
  • Acompanhamento: uma pessoa da operação para validar os resultados.

O que a Omnivias entrega

  • Diagnóstico câmera a câmera: o que cada uma consegue medir e detectar, e o que ajustar.
  • Prova de conceito: DAI e SAT rodando com imagens do trecho, na interface Omnivias ou no CCO.
  • Resultado medido: comparação com o critério de sucesso combinado.
  • Proposta de produção: arquitetura, integrações, cronograma e preço.

Critério de sucesso combinado antes

O piloto só é útil se o resultado for comparável. Por isso o critério é escrito antes de começar: quais eventos contam, qual referência de contagem será usada e como cada alerta será classificado pela operação.

Nos projetos em produção, a acurácia de contagem opera acima de 95% frente à referência de campo, e os alertas improcedentes ficam abaixo de 10% após a calibração do ponto. O piloto mostra onde o seu trecho está em relação a esses números.

Antes de começar

Veja o checklist de câmeras para DAI e SAT, o que a ARTESP exige em CFTV-IVA e, se quiser, explore a plataforma na demonstração interativa.

Em operação

Rota de Santa Maria: mais de 400 câmeras com SAT e DAI

Cobertura de todo o trecho concedido, dois anos de operação, SAT e DAI sobre a mesma infraestrutura de câmeras.

Ler o case

Perguntas frequentes sobre o piloto

Quanto custa o DAI e o SAT?

O preço é sob consulta. Ele depende do número de câmeras, dos eventos que a operação quer detectar e medir e da arquitetura (no local, em nuvem ou híbrida). O diagnóstico das câmeras é o que permite dimensionar a proposta.

O diagnóstico e a prova de conceito têm custo?

Conforme o porte do projeto, o diagnóstico e a prova de conceito podem ser sem custo. As condições são combinadas antes do início, no acordo entre as partes.

Em quanto tempo a prova de conceito começa?

A prova de conceito começa a rodar em até 10 dias após a assinatura do acordo. A duração é combinada conforme os eventos de interesse: um evento raro pede mais tempo de observação que uma contagem.

O que a concessionária precisa fornecer?

Acesso ao vídeo das câmeras escolhidas (RTSP ou ONVIF), a lista dessas câmeras com a localização no trecho, os eventos e indicadores de interesse e uma pessoa da operação para acompanhar e validar os resultados.

É preciso instalar algo na pista?

Não. O piloto usa as câmeras que já existem. Quando necessário, um servidor de inferência é instalado em sala técnica ou a análise roda em nuvem, conforme a conectividade.

Como se mede o sucesso do piloto?

Com o critério combinado antes de começar, por exemplo a acurácia da contagem frente a uma contagem de referência, a parcela de alertas improcedentes e os eventos de interesse detectados no período.

O que colocar em um termo de referência de DAI e SAT?

As funções de detecção exigidas (por exemplo, as da ET CFTV-IVA da ARTESP), os indicadores de tráfego, o critério de aceitação e como será medido, a arquitetura (local, nuvem ou híbrida), as integrações com o CCO e o sistema de gestão de ocorrências, a retenção de imagens e o suporte.

Peça o piloto

Conte quantas câmeras o trecho tem, o que a operação quer detectar e medir, e como o CCO recebe alertas hoje.

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