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Por que o tempo de detecção de incidentes importa

Publicado em pela equipe Omnivias, da Omnicog Tecnologia.

O tempo de detecção é o intervalo entre o momento em que o incidente acontece e o momento em que o CCO percebe. É a fase menos medida da gestão de incidentes e a que mais acumula risco de ocorrência secundária. A detecção automática por câmera reduz esse intervalo para segundos, e todo o resto da resposta começa mais cedo.

As fases de um incidente

  • Detecção: do evento até a operação saber que ele existe.
  • Verificação: confirmar o que é, onde está e a gravidade.
  • Resposta: despacho de equipes, sinalização e informação ao usuário.
  • Liberação: remoção do veículo ou do obstáculo e reabertura da faixa.
  • Recuperação: o tráfego volta ao normal e a fila se desfaz.

As fases seguintes dependem da primeira. Uma detecção tardia empurra a verificação, o despacho e a liberação, e o trecho fica mais tempo exposto.

Por que ninguém mede a detecção

O registro da ocorrência começa quando alguém a percebe: uma ligação, uma viatura que passa, um operador que olha o monitor certo. O tempo anterior não aparece em relatório. Com centenas de câmeras e poucos operadores, a chance de o evento ser visto na hora é pequena.

O que muda com o DAI

Com o DAI, cada câmera é analisada continuamente. A detecção acontece em segundos, e o alerta chega ao operador com a imagem, a câmera, a posição, o horário e a prioridade. A verificação também fica mais curta, porque a imagem já está anexada.

Rápido, mas sem alarme à toa

O tempo até o alerta segue a regra combinada com a operação. Um veículo só é considerado parado depois do intervalo que o projeto estabelece, para separar uma parada real de uma manobra momentânea. Esse equilíbrio é ajustado por câmera, com o histórico real de acionamentos.

Como medir no seu trecho

Com o horário do evento registrado pelo DAI, a operação passa a medir a fase de detecção e a comparar o antes e o depois. O piloto é o momento de definir essa métrica.

Leia também: DAI, CFTV-IVA da ARTESP e falsos alarmes.

Perguntas frequentes

Em quanto tempo o DAI alerta um veículo parado?

A detecção acontece em segundos. O alerta de veículo parado sai depois do tempo de confirmação definido pela operação, que separa uma parada real de uma manobra momentânea.

O que é ocorrência secundária?

É um novo incidente provocado pelo primeiro, como uma colisão na fila que se formou atrás de um veículo parado. Quanto mais cedo o primeiro evento é detectado e sinalizado, menor o risco.

Como medir o tempo de detecção?

Comparando o horário do evento registrado pelo DAI com o horário em que a ocorrência era aberta antes, por ligação ou por ronda. O piloto é o momento de definir essa métrica.

Comece por um piloto com as suas câmeras

Primeiro avaliamos as câmeras que a rodovia já tem; depois, uma prova de conceito com imagens do próprio trecho mostra o resultado medido. Conforme o porte do projeto, o diagnóstico e a prova de conceito podem ser sem custo, e a prova de conceito começa a rodar em até 10 dias após a assinatura do acordo.

  1. Diagnóstico

    Resolução, posição, cobertura, iluminação e rede das câmeras existentes, frente ao que a operação quer medir e detectar.

  2. Prova de conceito

    SAT e DAI rodando com imagens do próprio trecho, medidos com o critério de sucesso combinado.

  3. Produção

    Arquitetura local, em nuvem ou híbrida, integração ao CCO, regras, alertas e relatórios.

  4. Calibração contínua

    Regras e modelos ajustados por câmera com o histórico real de acionamentos.

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